Problemas resolvidos Administrativo e financeiro

As contas que se conferiam à mão

Como se automatiza a reconciliação entre faturas e movimentos bancários e se deixa para as pessoas apenas os casos que precisam de olho humano.

Cenário ilustrativo. O seu caso é desenhado de raiz.

Ilustração esquemática: dois registos reconciliados com selo de verificação

O problema

Todos os meses alguém abre o extrato bancário de um lado e a lista de faturas do outro, e vai cruzando linha a linha. É um trabalho que não produz nada de novo: serve só para confirmar que o que já aconteceu está certo.

É também um trabalho onde o cansaço custa dinheiro. Ao fim de duas horas a comparar números, um pagamento em duplicado ou uma fatura por receber passa despercebido, e às vezes só se descobre meses depois.

O que se constrói

  • Cruzamento automáticoO sistema liga cada movimento bancário à fatura correspondente por valor, data e referência, e fecha sozinho tudo o que bate certo.
  • Só as excepções à mãoO que não bate fica numa lista curta, com a explicação do que está diferente. É aí que a pessoa entra, e só aí.
  • Avisos de riscoPagamentos repetidos, valores fora do padrão de um fornecedor e faturas vencidas aparecem assinalados antes de se tornarem um problema.
  • Registo de quem confirmou o quêCada decisão fica guardada com data e autor, o que resolve a conversa do fim do ano com a contabilidade.

Porquê à medida e não de prateleira

Este é o tipo de trabalho que a informática faz melhor do que as pessoas: comparar muitos números segundo regras fixas. O erro comum é tentar automatizar cem por cento e obrigar o sistema a adivinhar. Aqui o desenho foi o contrário: automatizar o que é seguro e mostrar com clareza o que não é.

O que muda no dia a dia

  • A conferência mensal deixou de ocupar dias.
  • Os pagamentos em duplicado passaram a aparecer no próprio dia.
  • O fecho do ano deixou de ser uma reconstituição.
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