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A parte do restaurante
que fica para depois das dez.
A cozinha fecha e começa a segunda jornada. Encomendas por WhatsApp, escalas em papel, e o desperdício que ninguém chega a medir.
O que costuma correr mal
- Encomendas a fornecedores no WhatsAppCada fornecedor num sítio, sem registo do que foi pedido nem do que chegou. Ao fim do mês ninguém sabe quanto se comprou de quê.
- Escalas em papelUma folha na parede que é preciso refazer sempre que alguém troca. As horas extra descobrem-se no fim do mês.
- Desperdício que ninguém medeSabe-se que se deita comida fora. Não se sabe quanto, nem de que produto, nem em que dias.
- Margem por prato desconhecidaO preço da carta foi feito há dois anos. Os fornecedores subiram os preços desde então e a conta nunca foi refeita.
O que se constrói
- Encomendas por fornecedorPede-se, regista-se e confere-se à chegada. No fim do mês sabe quanto gastou em cada fornecedor e em cada produto.
- Escalas com horas contadasA escala faz-se uma vez, quem troca fica registado, e as horas somam-se sozinhas.
- Registo de quebrasAponta-se o que foi deitado fora e porquê. Ao fim de um mês vê onde está a perder dinheiro.
- Custo real por pratoCada prato ligado aos ingredientes e ao preço de compra actual. Quando o fornecedor sobe, a margem muda no ecrã.
O que já tem, mantém-se
Integra-se com o POS e com o programa de facturação que já tem. Não trocamos o que funciona.