Início Cabeleireiros e estética
O salão deixa de viver
na sua cabeça.
Sabe quem vem na quinta às cinco e quem não pode tinta com amoníaco. O problema é que isso não serve de nada no dia em que estiver doente.
O que costuma correr mal
- A agenda num livro em cima do balcãoUma pessoa a escrever, e o negócio inteiro dependente de um caderno que não se pode duplicar.
- Cadeiras vazias por faltasQuem falta não avisa. A hora perdida não volta e ninguém tem tempo para confirmar tudo na véspera.
- Histórico do cliente na memóriaQue cor foi usada, que produto deu reacção, há quanto tempo veio. Está tudo na cabeça de quem atende.
- Não poder faltarSem o senhor lá, ninguém sabe quem vem nem o que fazer. Um dia de doença é um dia fechado.
O que se constrói
- Marcação feita pelo clienteVê as horas livres a sério, escolhe o serviço e marca. A agenda é a mesma, não há duas versões.
- Lembrete na vésperaMensagem automática antes da hora. É a mudança mais simples e a que mais reduz faltas.
- Ficha por clienteServiços feitos, produtos usados, cores e observações, acessíveis a quem estiver ao balcão.
- Agenda por profissionalCada cadeira com a sua agenda, e o salão continua a andar mesmo sem o senhor lá estar.
O que já tem, mantém-se
Funciona no telemóvel e no computador do balcão, e liga-se ao programa de facturação que já usa.