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Quanto custa uma app de marcações para clínicas, salões e ginásios?
A app de marcações é o pedido que mais recebemos de clínicas, salões, ginásios e escolas de condução. O preço depende de meia dúzia de decisões, e este texto serve para as tomar antes de pedir orçamento.
14 de Setembro de 2026 · 3 min de leitura
O que a app tem mesmo de fazer
Uma app de marcações vale pelo que evita: cadeiras vazias, faltas sem aviso e uma pessoa ao telefone o dia inteiro. Para isso precisa de quatro coisas. Uma agenda que sabe quem trabalha a que horas e o que cada serviço demora. Um sítio onde o cliente escolhe a hora sozinho. Um lembrete na véspera, por notificação, SMS ou WhatsApp. E uma forma de o cliente cancelar ou remarcar sem ligar.
Tudo o que vem depois disto, como pagamentos antecipados, fidelização, fichas de cliente com fotografias ou pacotes de sessões, é útil, mas é uma segunda fase. Começar pelo essencial é o que mantém o preço baixo e a app a funcionar em semanas.
O que faz o preço subir
Vários profissionais e várias salas. Uma agenda para uma pessoa é simples. Uma agenda para oito profissionais, três salas e serviços que precisam de dois recursos ao mesmo tempo é outra coisa, e é onde a maioria dos programas comprados falha.
Pagamentos dentro da app. Cobrar um sinal ou a sessão inteira por MB WAY ou cartão obriga a uma ligação a um prestador de pagamentos e a regras de reembolso. Corta muito as faltas, mas conta no preço.
Lembretes por SMS ou WhatsApp. A notificação da app é grátis. O SMS e o WhatsApp custam cêntimos por mensagem e precisam de contas próprias. Vale a pena para clientes que não instalam a app, mas é um custo mensal a contar.
Ligação ao que já usa. Se a clínica tem um programa de gestão clínica ou o ginásio um sistema de torniquetes, a app tem de falar com eles. Cada ligação é trabalho invisível.
App nas lojas ou página de marcações?
Se os seus clientes voltam todas as semanas, como num ginásio ou numa clínica de fisioterapia, a app compensa: fica no telemóvel, manda notificações e o cliente marca em três toques. Se a maioria vem duas ou três vezes por ano, ninguém vai instalar nada. Uma página de marcações que abre bem no telemóvel, ligada ao seu Instagram e ao Google, faz o mesmo trabalho por uma fracção do preço.
Muitas vezes o caminho certo é começar pela página e transformá-la em app quando houver clientes fiéis suficientes para justificar as contas de programador da Apple e da Google e as actualizações anuais.
Como pedir um preço fechado
Para orçamentar em 24 horas precisamos de saber: quantos profissionais, quantos serviços e quanto duram, se quer cobrar dentro da app, que lembretes quer, e que programa usa hoje para a agenda e para a faturação. Com estas respostas o preço fica fechado por escrito, e só paga depois de a app estar entregue e testada sete dias pela sua equipa.
Se o valor não couber, dizemos, e propomos a primeira fase mais pequena que ainda resolve o problema das faltas.
Perguntas que nos fazem sobre isto
Quanto custa uma app de marcações em Portugal?
Depende de quantos profissionais e salas tem, se quer pagamentos dentro da app, que lembretes quer e a que programas se tem de ligar. Uma agenda com marcação pelo cliente e lembrete na véspera é o essencial e fica bastante abaixo do que a maioria imagina. Conte o caso e em 24 horas tem um valor fechado.
Uma app de marcações reduz mesmo as faltas?
Reduz, sobretudo pelo lembrete na véspera e pela facilidade de remarcar sem ligar. Com pagamento antecipado de um sinal, as faltas descem ainda mais, porque o cliente já investiu na marcação.
A app funciona no iPhone e no Android?
Funciona nos dois. Construímos uma vez e publicamos nas duas lojas, e tratamos das contas de programador e das actualizações que a Apple e a Google exigem todos os anos.